Já as importações chegaram a US$ 876,5 milhões, contração de 16%, e em moeda nacional as compras caíram 15,1%, totalizando R$ 1,5 bilhão.
Com isso, a balança comercial do agronegócio brasileiro registrou em setembro um superávit de US$ US$ 4,8 bilhões, ou R$ 8,8 bilhões.
Segundo comunicado do ministério, o complexo sucroalcooleiro registrou aumento nos embarques de US$ 816 milhões para US$ 1,05 bilhão em setembro, puxado pelas exportações de açúcar, que subiram 69,9% no mês passado em comparação com o mesmo período de 2008, atingindo US$ 900 milhões.
Já as vendas externas de álcool sofreram uma queda em dólares de 47,5%, totalizando US$ 151 milhões. Essa queda se deve à redução de 37% na quantidade exportada e de 16,6% no preço praticado.
O ministério destacou que os países da Ásia e do Oriente Médio vêm ocupando posições de destaque no ranking de vendas do agronegócio brasileiro neste ano, com um crescimento das exportações para essas regiões de 13,4% e 8,9%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2008.
As vendas para os asiáticos, líderes como destino das exportações brasileiras, totalizaram US$ 1,78 bilhão e, para o Oriente Médio, US$ 633,4 milhões.
Nos últimos 12 meses, as exportações brasileiras do agronegócio totalizaram US$ 65,8 bilhões, queda de 7,1% em relação ao período de outubro de 2007 a setembro de 2008.
O agronegócio brasileiro responsável por cerca de um terço de tudo que é produzido no país, o agronegócio é o setor mais importante da economia brasileira.
Os resultados da Pesquisa de Estoques do segundo semestre de 2008, do IBGE indicam que a rede armazenadora de produtos agrícolas em operação no país apresentou um decréscimo de 0,4% no número de estabelecimentos ativos, comparativamente ao primeiro semestre de 2008.
No final do segundo semestre de 2008 esta rede contava com 8 941 estabelecimentos ativos, dos quais 43,1% encontravam-se na região Sul, 23,1% na região Sudeste, 22,1% na Centro-Oeste, 8,3% na Nordeste e 3,4% na região Norte.
Quanto à capacidade útil das unidades armazenadoras, constatou-se que as dos tipos armazéns convencionais, estruturais e infláveis somaram 78 mil metros cúbicos, sendo que, deste total, um pouco mais de 70,0% estava concentrado nas regiões Sudeste e Sul.